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Crónica: Divisão de pontos na receção ao Tondela

07.02.2026
Crónica: Divisão de pontos na receção ao Tondela

O mesmo resultado que se verificou em Tondela na primeira volta, foi o que sucedeu esta tarde na Amoreira com um empate a duas bolas, em jogo a contar para a 21.ª jornada da Liga Portugal Betclic.

Apesar do domínio territorial nos primeiros instantes da partida, foram os auriverdes a ser mais assertivos e, aos 16’, Pedro Maranhão já tinha bisado.

Numa primeira ocasião, aos 7’, com um contra-ataque guiado por Aïko, Maranhão obrigou Robles a um vôo que levou a bola ainda a embater na trave. Aos 12’, a ameaça transformou-se em realidade e através de um centro de Aïko para o segundo poste, o extremo brasileiro encostou para o fundo das redes. Quatro minutos volvidos, lançado em profundidade pelo ex-estorilista Cícero, Maranhão ficou isolado e bateu Joel Robles que nada podia fazer para deter o remate certeiro do tondelense.

Num piscar de olhos, o Estoril Praia via-se em desvantagem por dois golos e só aos 20’, depois de uma autêntica carga de água que se abateu no Estádio António Coimbra da Mota, Pedro Amaral fez o primeiro aviso ao tentar alvejar a baliza, de fora de área, com Bernardo Fontes a defender para canto.

Cinco minutos depois, João Carvalho pegou no leme, colocou o esférico entre as pernas de Bebeto e, isolado, enviou-o, em jeito, para o primeiro tento dos canarinhos. Momento de génio de um abnegado capitão que tentou sempre colocar o seu perfume em campo, apesar das condições climatéricas adversas.

E foi embalado pelo génio de João Carvalho que Ferro desferiu um cabeceamento fulminante, aos 29’, na resposta a um canto superiormente batido por Pizzi, restabelecendo, desta forma, a igualdade e fazendo gritar bem alto os dois mil espetadores presentes na bancada.

Logo a seguir, Rafik Guitane tentou a sua sorte com um remate de fora da área, sem a melhor mira, porém, serviu para afiná-la, pois aos 41’, se não fosse um incrível vôo de Bernardo Fontes que ainda desviou para a trave, a tentativa em jeito de Rafik iria aninhar-se no ângulo direito da baliza sul do ACM.

Estava um jogo vivo e ainda antes de terminar a primeira metade, Medina obrigou Joel Robles a nova estirada para a fotografia, negando o terceiro dos auriverdes.

Domínio territorial sem efeitos práticos

Era notório que o Estoril Praia estava insatisfeito com o resultado e o domínio territorial era tal que apenas se jogou num sentido na segunda parte, exceção feita à defesa de Robles, aos 61’, no remate de Maranhão que ainda enviou o esférico às malhas laterais.

Aos 67’, a magia de Rafik colocou a defensiva visitante com a cabeça em água, qual depressão Marta, e a assistência para Ricard só não resultou em golo porque Bernardo Fontes estava, mais uma vez, em boa posição.

Já aos 76’, Peixinho, acabado de sair do banco de suplentes, recebeu de Yanis e atirou, de primeira, com a bola a rasar o poste esquerdo.

Dez minutos volvidos foi Yanis Begraoui quem não conseguiu acertar no alvo e o resultado acabou mesmo por se fixar numa igualdade a dois golos.

O próximo encontro do Estoril Praia será na Vila das Aves, dia 15 de fevereiro, pelas 18 horas.

Podes ver o resumo aqui.


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